Gramados sintéticos dominam CTs
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Em 2026, a Série A do Brasileirão terá seis times utilizando o piso sintético em suas partidas como mandante, número recorde. Nos Centros de Treinamentos das equipes que disputam a Série A e B, essa realidade não é diferente.
Atualmente, 22 dos 40 times da primeira e segunda divisão possuem campos alternativos com grama artificial e, em breve, mais quatro irão se juntar ao grupo: Botafogo, Athletic, Ferroviária e Paysandu estão construindo campos com gramado sintético. Dos times que disputam a Série A, só Internacional e Vasco não colocaram grama artificial no CT.
Novos campos sintéticos recebem certificação da Fifa
O Juventude recém-inaugurou o primeiro campo sintético de seu Centro de Formação de Atletas e Cidadãos, em Caxias do Sul, estrutura que fica à disposição das categorias de base e do elenco principal. O gramado possui tecnologia de ponta e recebeu a certificação FIFA Quality Pro, a maior concedida pela entidade que rege o futebol mundial.
“Demos mais um passo fundamental em nosso processo de crescimento estrutural. Dentro de um rigoroso controle orçamentário, não temos medido esforços para oferecer aos nossos atletas e à comissão técnica o melhor que estiver ao nosso alcance. Temos avançado em diversos setores, investindo em equipamentos e capacitação, e a inauguração deste gramado sintético, equivalente ao que há de melhor no mundo, é motivo de grande orgulho”, afirmou Fábio Pizzamiglio, presidente do Juventude.
Outro clube da Série A que terminou a construção de um campo com grama artificial em 2025 foi o Santos. O alvinegro praiano finalizou a instalação do gramado com o selo Fifa Quality Pro, nesta semana, que serve de adaptação para jogos em campos sintéticos.
“É fundamental melhorar as condições de trabalho investindo na estrutura em diversas áreas do clube. A instalação do gramado sintético é importante para valorizarmos nosso patrimônio e para que possamos oferecer à comissão técnica e aos jogadores condições de desenvolverem todas as nossas atividades com a melhor tecnologia disponível”, afirma Marcelo Teixeira, presidente do Santos.
Série B também tem projetos para gramado sintético
Já na Série B, o Cuiabá concluiu as obras no campo 4, do CT Manoel Dresch, que utiliza a grama sintética, Fifa Quality Pro, modelo idêntico ao usado pelo Chelsea, da Inglaterra, em um de seus campos de treino.
“Seguimos com um projeto sólido de crescimento e fortalecimento do departamento de futebol. Esse campo com gramado sintético de padrão internacional amplia nossa capacidade de treinamentos e nos ajudará a nos adequarmos a alguns tipos de pisos utilizados em alguns estádios do Brasil. Esse é mais um investimento que garante qualidade, segurança e eficiência para o nosso dia a dia no CT”, destaca Cristiano Dresch, presidente do Cuiabá.
Mais recentemente, o Botafogo-SP inaugurou um campo com grama sintética na Botafogo Academy, novo centro de treinamento das categorias de base do clube com investimento estimado em R$25 milhões. O gramado recebeu o selo Fifa Quality Pro e está pronto para uso.
Segundo Sergio Schildt, presidente da Recoma, empresa que já instalou mais de dois milhões de metros quadrados de gramados sintéticos e especializada em infraestrutura esportiva há mais de 46 anos, a grama sintética é uma solução mais viável para diversos clubes, devido às questões climáticas em determinadas regiões do país, além de necessitar um investimento menor para manutenção compara a grama natural.
“Cientificamente, foi comprovado que o gramado sintético de alto padrão possui estrutura de nível semelhante aos naturais. Inclusive, sendo introduzidos por ao menos 30 testes, como drenagem, planicidade, geometria, caimento, rolagem da bola, quique da bola e deslizamento. Outro fator relevante é que a manutenção do gramado natural é 10 vezes mais cara do que um gramado sintético”, completa Schildt.
Em 2026, a Série A do Brasileirão terá seis times utilizando o piso sintético em suas partidas como mandante, número recorde. Nos Centros de Treinamentos das equipes que disputam a Série A e B, essa realidade não é diferente.
Atualmente, 22 dos 40 times da primeira e segunda divisão possuem campos alternativos com grama artificial e, em breve, mais quatro irão se juntar ao grupo: Botafogo, Athletic, Ferroviária e Paysandu estão construindo campos com gramado sintético. Dos times que disputam a Série A, só Internacional e Vasco não colocaram grama artificial no CT.
Novos campos sintéticos recebem certificação da Fifa
O Juventude recém-inaugurou o primeiro campo sintético de seu Centro de Formação de Atletas e Cidadãos, em Caxias do Sul, estrutura que fica à disposição das categorias de base e do elenco principal. O gramado possui tecnologia de ponta e recebeu a certificação FIFA Quality Pro, a maior concedida pela entidade que rege o futebol mundial.
“Demos mais um passo fundamental em nosso processo de crescimento estrutural. Dentro de um rigoroso controle orçamentário, não temos medido esforços para oferecer aos nossos atletas e à comissão técnica o melhor que estiver ao nosso alcance. Temos avançado em diversos setores, investindo em equipamentos e capacitação, e a inauguração deste gramado sintético, equivalente ao que há de melhor no mundo, é motivo de grande orgulho”, afirmou Fábio Pizzamiglio, presidente do Juventude.
Outro clube da Série A que terminou a construção de um campo com grama artificial em 2025 foi o Santos. O alvinegro praiano finalizou a instalação do gramado com o selo Fifa Quality Pro, nesta semana, que serve de adaptação para jogos em campos sintéticos.
“É fundamental melhorar as condições de trabalho investindo na estrutura em diversas áreas do clube. A instalação do gramado sintético é importante para valorizarmos nosso patrimônio e para que possamos oferecer à comissão técnica e aos jogadores condições de desenvolverem todas as nossas atividades com a melhor tecnologia disponível”, afirma Marcelo Teixeira, presidente do Santos.
Série B também tem projetos para gramado sintético
Já na Série B, o Cuiabá concluiu as obras no campo 4, do CT Manoel Dresch, que utiliza a grama sintética, Fifa Quality Pro, modelo idêntico ao usado pelo Chelsea, da Inglaterra, em um de seus campos de treino.
“Seguimos com um projeto sólido de crescimento e fortalecimento do departamento de futebol. Esse campo com gramado sintético de padrão internacional amplia nossa capacidade de treinamentos e nos ajudará a nos adequarmos a alguns tipos de pisos utilizados em alguns estádios do Brasil. Esse é mais um investimento que garante qualidade, segurança e eficiência para o nosso dia a dia no CT”, destaca Cristiano Dresch, presidente do Cuiabá.
Mais recentemente, o Botafogo-SP inaugurou um campo com grama sintética na Botafogo Academy, novo centro de treinamento das categorias de base do clube com investimento estimado em R$25 milhões. O gramado recebeu o selo Fifa Quality Pro e está pronto para uso.
Segundo Sergio Schildt, presidente da Recoma, empresa que já instalou mais de dois milhões de metros quadrados de gramados sintéticos e especializada em infraestrutura esportiva há mais de 46 anos, a grama sintética é uma solução mais viável para diversos clubes, devido às questões climáticas em determinadas regiões do país, além de necessitar um investimento menor para manutenção compara a grama natural.
“Cientificamente, foi comprovado que o gramado sintético de alto padrão possui estrutura de nível semelhante aos naturais. Inclusive, sendo introduzidos por ao menos 30 testes, como drenagem, planicidade, geometria, caimento, rolagem da bola, quique da bola e deslizamento. Outro fator relevante é que a manutenção do gramado natural é 10 vezes mais cara do que um gramado sintético”, completa Schildt.
Clubes com campo de gramado sintético no CT
Atlético-MG, Bahia, Ceará, Corinthians, Cruzeiro, Flamengo, Fluminense, Fortaleza, Grêmio, Juventude, Mirassol, Palmeiras, Red Bull Bragantino, Santos, São Paulo, Sport, Vitória, Athletico Paranaense, Avaí, Botafogo-SP, CRB, Coritiba e Cuiabá
Atlético-MG, Bahia, Ceará, Corinthians, Cruzeiro, Flamengo, Fluminense, Fortaleza, Grêmio, Juventude, Mirassol, Palmeiras, Red Bull Bragantino, Santos, São Paulo, Sport, Vitória, Athletico Paranaense, Avaí, Botafogo-SP, CRB, Coritiba e Cuiabá
Clubes com campo sintético em construção no CT
Botafogo, Athletic, Ferroviária e Paysandu.
Botafogo, Athletic, Ferroviária e Paysandu.
Clubes sem campo sintético no CT
Internacional, Vasco, Amazonas, América-MG, Atlético-GO, Chapecoense, Criciúma, Goiás, Novorizontino, Operário, Remo, Vila Nova e Volta Redonda.
Internacional, Vasco, Amazonas, América-MG, Atlético-GO, Chapecoense, Criciúma, Goiás, Novorizontino, Operário, Remo, Vila Nova e Volta Redonda.
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